1 - Interação com
máquinas mudou radicalmente
Startups
criam formas de transformar o corpo humano em interface para máquinas,
expandindo nossos sentidos e acelerando a evolução Novos dispositivos geram
novos métodos de interação.
Nos anos 1980, o trio formado
por teclado, mouse e monitor determinou a definição do computador pessoal. Mais
recentemente, com as criações do Nintendo Wii e do Kinect, levamos para nossa
sala um tipo de interface que não apenas nos sente como também nos enxerga.
Agora, com a chegada do Samsung Galaxy S4, smartphone que recebe comandos de
acordo com o olhar dos usuários, podemos observar mudanças que nos fazem
realmente entender o que é uma interface natural com o usuário.
O próximo desafio a ser
encarado tanto pelas grandes empresas quanto pelos hackers das startups é fazer
o usuá-rio vestir o celular. Essas formas mais intuitivas de enviar comandos a
computadores e gadgets têm começado a aparecer, mostrando que as fontes para
captação de informação do ambiente e do usuário são praticamente inesgotáveis.
A seguir, alguns exemplos.
>>> SINAIS ELÉTRICOS A
pulseira Myo (getmyo.com) tem sensores que captam sinais elétricos dos músculos
e possibilitam a realização de atividades a distância, como atender o celular
sem tirá-lo do bolso, interagir com a TV ou controlar um aeromodelo apenas com
gestos e movimentos da mão e do braço. É como se fosse um Kinect fora do
videogame. >>> MOUSE 3D Preso ao dedo indicador do usuário, o
Mycestro (mycestro.com) digitaliza os movimentos da mão com precisão
submilimétrica e, por meio de conexão Bluetooth, comanda o posicionamento do
cursor e os cliques nos programas. Dessa forma, é possível controlar programas
e jogos com gestos dos dedos e dos pulsos. Para clicar em um ícone, por
exemplo, basta ao usuário posicionar o cursor com o movimento da mão e encostar
a ponta do dedo indicador no polegar.
>>> VISÃO DIGITAL Um
sistema chamado BrainPort V100 (wicab.com) usa uma câmera para transformar as
imagens em pequenos estímulos elétricos. Dessa forma, deficientes visuais vão
poder usar uma placa sobre a língua e, por meio de sinais transmitidos por 400
eletrodos, vão ter a sensação de saber a forma, o tamanho, a localização e o
movimento dos diferentes objetos presentes no ambiente.
>>> TABLET COM PESCOÇO
Simples e criativo, o suporte Kubi melhora a experiência do uso de tablets em
teleconferências. O aparelho é controlado a distância e pode mover o gadget do
interlocutor para os lados, para focalizar as pessoas da conversa. Um vídeo do
aparelho (abr.io/kubi) mostra a cena de um pai conversando com a filha bebê que
anda de um lado para o outro. Com o Kubi, o tablet segue seus movimentos.
Nascemos com os sentidos que a
evolução determinou para a espécie. Enxergamos, sentimos e ouvimos para
interpretar e dar sentido ao mundo por meio de processos neurais. As máquinas
começam a fazer o mesmo, mas pelo caminho inverso. Nascidas como processadores,
hoje participam de um mundo coberto por uma rede invisível de comunicação. Nos
enxergam, nos sentem e nos ouvem e, a cada salto geracional, chegam mais perto
de nossa pele, dos sinais elétricos dos nervos e dos processos químicos do
cérebro. A cada geração, as máquinas se aproximam e aceleram nossa própria
evolução.
Glaucia Trindade – Unip Nazaré-Turma I

bastante,interessante esse artigo,onde podemos ver os avanços tecnológicos
ResponderExcluirmuito legal essa postagem, mostra avanços extraordinário nos dispositivos de e/s
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