domingo, 28 de abril de 2013

Introdução a Banco de Dados


O que é um banco de dados?

Um banco de dados (sua abreviatura é BD, em inglês DB, database) é um local na qual é possível armazenar dados de maneira estruturada e com a menor redundância possível. Estes dados devem poder ser utilizadas por programas, por usuários diferentes. Assim, a noção básica de dados é disposição de  informações a uma rede, ou compartilhamento de dados. 

Utilidade de um banco de dados?


Um banco de dados permite pôr dados à disposição de usuários para uma consulta, uma introdução ou uma atualização, assegurando-se dos direitos atribuídos a estes últimos. Isso é ainda mais útil quando os dados informáticos são cada vez mais numerosos. 
Um banco de dados pode ser local, quer dizer utilizável em uma máquina por um usuário, ou repartida, quer dizer que as informações são armazenadas em máquinas distantes e acessíveis por rede. 
A vantagem essencial da utilização dos bancos de dados é a possibilidade de poder ser acessada por vários usuários, simultaneamente.

A gestão dos bancos de dados

A fim de poder controlar os dados bem como os usuários, a necessidade de um sistema de gestão fez-se sentir rapidamente. A gestão do banco de de dados faz-se graças a um sistema chamado SGBD (sistema de gestão de bancos de dados) ou em inglês DBMS (Database managment system). O SGBD é um conjunto de serviços (aplicações software) que permitem gerenciar os bancos de dados, quer dizer :


·         permitir o acesso aos dados de maneira simples
·         autorizar um acesso às informações a múltiplos usuários
·         manipular os dados presentes no banco de dados (inserção, supressão, modificação)

Edney Palheta - Turma I / 2013

sábado, 27 de abril de 2013

Entenda Como Funciona a Computação em Nuvem - Febre do Momento

A importância deste novo modelo de computação e como ela afeta nossas vidas
A Computação em Nuvem, ou Cloud Computing, é algo que está se tornando cada vez mais falado e que cada vez mais gente está usando. Mas, realmente, o que é este tipo de computação que promete alterar totalmente a forma como trabalhamos no computador e na internet? Nossos dados estarão seguros nesta nuvem? Existe algum perigo de que percamos nossas informações e arquivos? Quais as vantagens e desvantagens de se trabalhar dessa forma? Muitas são as perguntas, mas a respostas vão surgindo com o tempo e algumas já até mesmo existem.
A ideia por trás da computação em nuvem é fazer com que o processamento de dados e informações seja feito em uma rede e não em um computador local. Em outras palavras, quando se utiliza o serviço da nuvem, quem “trabalha” no processamento dos dados são os softwares e hardwares da rede em questão e não o computador do usuário, que necessita apenas de um navegador ou de aplicativos que trabalhem como clientes.
Um excelente exemplo do poder da nuvem é o Google Maps. Se os computadores dos usuários fossem fazer todos os cálculos e processamentos para o gerenciamento dos mapas e rotas que podem ser feitas no site da Google, isso levaria um tempo imenso, além de utilizar praticamente toda a memória e capacidade de processamento do computador. Entretanto, o serviço pesado é feito pelos computadores da gigante das buscas, que entregam o conteúdo ao usuário “já mastigado”, ou seja, apenas o que usuário realmente precisa ou quer.

Com os dados “salvos” na nuvem, os usuários podem acessá-los por meio de inúmeras plataformas diferentes.

Pode ser até mesmo ingênuo não pensar ou lembrar disso, mas o e-mail foi um dos precursores da navegação em nuvem. Basta pensarmos na quantidade de informações que são armazenadas e trocadas via correio eletrônico sem que nenhum dado sequer tenha de ser baixado ou gravado nos computadores, a não ser anexos.
O gerenciamento e manutenção de arquivos na nuvem também passou a ser algo muito importante, senão fundamental, para quem trabalha com grandes quantidades de documentos digitais. Pesquisadores, alunos de pós-graduação ou quaisquer pessoas que trabalhem com uma boa quantidade de planilhas, documentos ou imagens acabaram encontrando na nuvem um excelente local para manter seus documentos atualizados e seguros. Afinal, não são poucas as notícias daqueles que perderam computadores e, junto com eles, seus dados importantes e/ou confidenciais. Exemplos de sites que oferecem este tipo de serviço são o MobileMe, da Apple, o Dropbox e o Google Docs, entre outros.

É claro que começar a usar os computadores desta nova forma pode ser um pouco complicado para quem está acostumado com pastas, diretórios, arquivos e documentos, e provavelmente algumas atividades ainda necessitarão de sistemas operacionais convencionais. Entretanto, em um mundo cada vez mais móvel e com a internet cada vez mais ao alcance de todos e em todos os lugares, a nuvem acaba se tornando um meio muito interessante de trabalho e acesso a informações.

Computadores, netbooks, smartphones e tablets; a computação em nuvem está pronta para seja qual for a plataforma, o que permite uma mobilidade sem precedentes para os usuários que, caso desejem, não mais precisarão carregar pen drives e discos de armazenamento, podendo acessar suas informações de qualquer lugar, a qualquer hora, desde que haja uma conexão à internet e uma plataforma de acesso. É claro que problemas ainda existirão, principalmente no que diz respeito à confiança, segurança e estabilidade das conexões à internet.

Edney Palheta - Turma I  / 2013

PROTEJA SUA REDE DE ATAQUES VIRTUAIS



Computadores conectados em rede são fundamentais para a comunicação entre os usuário, principalmente nas empresas. É preciso compartilhar recursos, dados, impressoras e e-mails, por exemplo, para aumentar a agilidade e a eficiência dos serviços. Quando uma máquina está ligada a outras, é possível acessar informações armazenadas em cada uma delas.
Para isso, as empresas estruturam uma rede local, conhecida como “LAN”, que liga, por meio de cabos, computadores fisicamente próximos, normalmente dentro do mesmo edifício. Um outro tipo de rede é a “WAN”, que se estende além das proximidades físicas. Acessada cada vez mais através de banda larga, a internet é a maior rede WAN existente, que conecta muitas redes de computadores.
Mas, quando se trata principalmente de transmissão de dados em redes de longa distância, é necessário atentar-se a vários cuidados. Como nem todos os usuários da internet têm boas intenções, informações transmitidas pela rede correm o risco de serem interceptadas. E-mails, por exemplo, podem ser capturados, destruídos ou até mesmo alterados caso a conexão não tenha alto grau de confiabilidade.
Por causa dessa vulnerabilidade, as empresas precisam investir ainda mais na segurança das redes. Existem diferentes meios de garanti-la e de impedir ataques externos. Também é possível controlar internamente como a internet será utilizada pelos próprios funcionários, já que o uso inadequado da rede acaba sendo outra grave causa de problemas.

Para conseguir dados sigilosos e disseminar vírus, milhares de pessoas diariamente invadem redes de computadores. Um exemplo pode ser visto nas redes do governo federal. Em matéria publicada no site da Folha de São Paulo, somente entre os anos de 2007 e 2008, foi divulgado um aumento de 40% no número de ataques virtuais nas máquinas de ministérios, secretarias e estatais.
Grande parte das empresas constantemente é atingida por ataques de spam, phishing ou malware conduzidos via Twitter ou outros sites de redes sociais. O phishing tenta convencer possíveis vítimas a revelarem informações pessoais, como números de contas bancárias, por e-mail ou outros canais on-line. O malware refere-se a softwares malignos, criados frequentemente para facilitar invasões de sistemas de computadores. Por isso, empresas costumam bloquear, total ou parcialmente, o acesso a sites de redes sociais.

Neste ano, a Polícia Federal colocará em prática dois projetos contra crimes digitais no Brasil: Oráculo, de combate a invasões de sistemas, e Pentáculo, para mapear golpes online no país.  Há uma média de 100 a 150 quadrilhas especializadas em fraudes eletrônicas atuando no Brasil. Até 2011, a PF vai investigar 90% dos criminosos digitais.
Para proteger sua rede interna contra ataques originados na Web, o firewall é um dispositivo que impede a transmissão e/ou a recepção de acessos nocivos ou não autorizados de uma rede para outra.
Essa tecnologia permite que a navegação de sites dentro da empresa seja controlada e que relatórios de acesso sejam gerados. É possível ainda bloquear sites que comprometam a produtividade dos funcionários e o uso do MSN, por exemplo. Alem de trazer a garantia de segurança, agilidade e economia.


Edney Palheta - Turma I / 2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Microinformática

TIPOS DE COMPUTADORES 
Os computadores podem ser classificados pelo porte. Existem os de grande porte, mainframes, médio porte, minicomputadores e pequeno porte microcomputadores, divididos em duas categorias: os de mesa (desktops) e os portáteis (notebooks e handhelds).
Conceitualmente todos eles realizam funções internas idênticas, mas em escalas diferentes.
Os Mainframes se destacam por terem alto poder de processamento e muita capacidade de memória, e controlam atividades com grande volume de dados, sendo de custo bastante elevado. Operam em MIPS (milhões de instruções por segundo).
A classificação de um determinado computador pode ser feita de diversas maneiras, como por exemplo em termos de:
     - Capacidade de processamento;
     - Velocidade de processamento e volume de transações;
     - Capacidade de armazenamento das informações;
     - Sofisticação do software disponível e compatibilidade;
     - Tamanho da memória e tipo de UCP.
Os microcomputadores de mesa, são os mais utilizados no mercado de um modo geral, pois atendem a uma infinidade de aplicações; são divididos em duas plataformas: PC, os computadores pessoais da IBM e Macintosh da Apple. Os dois padrões de micros têm diversos modelos, configurações e opcionais.
Curiosidades:
Há cerca de duas décadas atrás, o conceito de servidor era o daqueles mainframes que ocupavam um grande espaço físico na empresa, além de precisar de todo um sistema de refrigeração, por diversas vezes havia necessidade de fazer manutenção na máquina. Com a chegada de micros mais robustos e a popularização dos PCs, menos investimento, maior flexibilidade e diversidade de recursos, muitas empresas fizeram dowsing (substituir os mainframes por microcomputadores), trocando o grande porte para a arquitetura cliente/servidor.

Nota do Autor do post:
Gostei do texto por ser sucinto e objetivo, além de dar-nos uma ideia do que se utilizava há décadas atrás e o que possuímos hoje com o avanço tecnológico.

Claudio Augusto Barata Lopes - UNIP 2013 - TURNO I.

Abertura do blog e explicativo sobre o que postar.

Se você perdeu a aula da Profª. Nice do dia 24/04, veja abaixo os temas que devem ser postados neste blog:

- Tipos de computadores;
- Hardware;
- Softwares;
- CPU;
- Memória;
- Dispositivos E/S;
- Periféricos;
- Peopleware;
- Família de software;
- Rede de computadores (LAN, MAN, WAN);
- Implantação de uma rede para organização;
- Sistemas operacionais;
- Papel da informação na organização;
- Visão geral da tecnologia da informação;
- Sistemas de informações;
- Inteligência Artificial;
- Robótica;
- Automação;
- Sistemas colaborativos;
- Conceitos de cubo de desenvolvimento de sistemas;
- Papeis de responsabilidade (gerente de projetos,  analista, programador);
- Administrador de Banco de Dados (função do DBA);
- Sistemas centralizado e distribuído.