segunda-feira, 3 de junho de 2013

Parabéns!

E ai. Pessoal!

Essa publicação é para agradecer a todos que contribuíram para que esse Blog acontecesse; ao empenho e dedicação dos por parte dos administradores e desenvolvedores. A todos os alunos da turma de Gestão da Tecnologia da Informação da UNIP, que se empenharam para que esse trabalho obtivesse êxito e qualidade.
Encerramos nossas publicações referentes à disciplina de Princípios de Sistema da Informação, mais espero essa pequena semente tenha sido plantada e que continue crescendo, se desenvolvendo e se solidificando gradativamente, ou seja, que a turma continue empenhando esse papel de multiplicador de informações, contribuindo não só para seu aprendizado mais para todos que buscam informações coerentes e interessantes neste vasto mundo da Internet.
Através do Blog podemos expor de forma clara nossas ideias, solidificamos nossas relações interpessoais e buscamos quebrar diversas barreiras que impedem que tais relações se desenvolvam de uma maneira positiva e produtiva nos espaços profissionais.

Parabéns a todos!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Tecnologia da Informação TI definião

DEFINIÇÃO - TI

O termo Tecnologia da Informação (TI) é o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais para geração, aplicação e uso da informação.
Também é comumente utilizado para designar o conjunto de recursos não humanos
dedicados ao armazenamento, processamento e comunicação da informação
, bem como o modo como esses recursos estão organizados em um sistema capaz de executar um conjunto de tarefas.
A TI não se restringe a equipamentos (hardware
), programas (software) e comunicação de dados. Existem tecnologias relativas ao planejamento de informática, ao desenvolvimento de sistemas
, ao suporte ao software, aos processos de produção e operação, ao suporte de hardware, etc.
A sigla TI, tecnologia da informação, abrange todas as atividades desenvolvidas na sociedade
 pelos recursos da informática. É a difusão social da informação em larga escala de transmissão, a partir destes sistemas tecnológicos inteligentes. Seu acesso pode ser de dominío público ou privado, na prestação de serviços
 das mais variadas formas.
Pequenas e grandes empresas
 dependem dela para alcançar maior produtividade e competitividade. Através de passos simples ensinados por empresas do ramo, muitas alcançam sucesso e alavancam maiores rendimentos
.
A aplicação, obtenção, processamento
, armazenamento e transmissão de dados também são objeto de estudo na TI. O processamento de informação, seja de que tipo for, é uma atividade de importância central nas economias industriais avançadas por estar presente com grande força em áreas como finanças, planejamento de transportes, design, produção de bens, assim como na imprensa, nas atividades editoriais, no rádio e na televisão. O desenvolvimento cada vez mais rápido de novas tecnologias de informação modificou as bibliotecas e os centros de documentação (principais locais de armazenamento de informação) introduzindo novas formas de organização e acesso aos dados a obras armazenadas; reduziu custos e acelerou a produção dos jornais e possibilitou a formação instantânea de redes televisivas de âmbito mundial. Além disso, tal desenvolvimento facilitou e intensificou a comunicação pessoal e institucional, através de programas de processamento de texto, de formação de banco de dados, de editoração eletrônica, bem de tecnologias que permitem a transmissão de documentos, envio de mensagens e arquivos, assim como consultas a computadores remotos (via rede mundiais de computadores, como a internet). A difusão das novas tecnologias de informação trouxe também impasse e problemas, relativos principalmente à privacidade dos indivíduos e ao seu direito à informação, pois os cidadãos
 geralmente não tem acesso a grande quantidade de informação sobre eles, coletadas por instituições particulares ou públicas.
As tecnologias da informação não incluem somente componentes de máquina
. Existem tecnologias intelectuais usadas para lidar com o ciclo da informação como: técnicas de classificação, por exemplo, que não requerem uso de máquinas apenas um esquema. Este esquema pode, também, ser incluído em um software que será usado mas isso não elimina o fato que a técnica já existia independentemente do software. As tecnologias de classificação e organização de informações existem desde que as bibliotecas começaram a ser formadas. Qualquer livro sobre organização de bibliotecas traz essas tecnologias.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

INTRANET



INTRANET

A intranet é uma rede de computadores privada que assenta sobre a suite de protocolos da Internet, porém, de uso exclusivo de um determinado local, como, por exemplo, a rede de uma empresa, que só pode ser acessada por seus usuários ou colaboradores internos, tanto internamente como externamente ao local físico da empresa.
Pelo fato de sua aplicação, todos os conceitos TCP/IP se empregam à intranet, como, por exemplo, o paradigma de cliente-servidor.
Dentro de uma empresa, todos os departamentos possuem alguma informação que pode ser trocada com os demais setores, podendo cada seção ter uma forma direta de se comunicar com as demais, o que se assemelha muito com a conexão LAN, que, porém, não emprega restrições de acesso.
A intranet é um dos principais veículos de comunicação em corporações. Por ela, o fluxo de dados (centralização de documentos, formulários, notícias da empresa, etc.) é constante, buscando reduzir os custos e ganhar velocidade na divulgação e distribuição de informações.
Apesar do seu uso interno acessando os dados corporativos, a intranet, permite que microcomputadores localizados em uma filial, se conectados à internet por meio de senha, acessem conteúdos que estejam em sua matriz. Ela cria um canal de comunicação direto entre a empresa e seus funcionários/colaboradores, tendo um ganho significativo em termos de segurança.

Recursos de Hardware

Tudo que é compartilhado através da rede, seja um arquivo, um CD-ROM, disco rígido ou impressora, é chamado de recurso. O micro que disponibiliza o recurso é chamado de servidor ou host, enquanto os micros que usam tal recurso são chamados de clientes, ou guests. Talvez o tipo mais conhecido de rede cliente-servidor, sejam as antigas redes baseadas em mainframes e terminais burros, onde todo o processamento era feito no servidor, enquanto os terminais funcionavam apenas como interfaces de entrada e saída de dados.
Num conceito mais moderno, existem vários tipos de servidores: servidores de disco (que disponibilizam seu disco rígido para ser usado por estações sem disco rígido, mas com poder de processamento), servidores de arquivos (que centralizam e disponibilizam arquivos que podem ser acessados por outros micros da rede, mais usado atualmente), servidores de fax (que cuidam da emissão e recepção de faxes através da rede), servidores de impressão (que disponibilizam uma impressora) e assim por diante. Dependendo do seu poder de processamento e de como estiver configurado, um único micro pode acumular várias funções, servindo arquivos e impressoras ao mesmo tempo, por exemplo.
Existem também servidores dedicados e servidores não-dedicados. A diferença é que enquanto um servidor dedicado é um micro reservado, um servidor não dedicado é um micro qualquer, que é usado normalmente, mas que ao mesmo tempo disponibiliza algum recurso. Se você tem 5 micros numa rede, todos são usados por alguém, mas um deles compartilha uma impressora e outro disponibiliza arquivos, temos dois servidores não dedicados, respectivamente de impressão e de arquivos.
Outro vocábulo bastante usado no ambiente de redes é o termo "estação de trabalho". Qualquer micro conectado à rede, e que tenha acesso aos recursos compartilhados por outros micros da rede, recebe o nome de estação de trabalho. Você também ouvirá muito o termo "nó de rede". Um nó é qualquer aparelho conectado à rede, seja um micro, uma impressora de rede, um servidor ou qualquer outra coisa que tenha um endereço na rede.

domingo, 26 de maio de 2013

Peopleware

Peopleware são pessoas que trabalham diretamente, ou indiretamente, com a área de processamento de dados, ou mesmo com Sistema de Informação. Também pode ser o popular livro sobre gerenciamento de projetos ISBN 0-932633-43-9, 1987, escrito por consultores de software Tom DeMarco e Timothy Lister.
O peopleware é a parte humana que se utiliza das diversas funcionalidades dos sistemas computacionais, seja este usuário um Analista de sistema ou, até mesmo, um simples cliente que faz uma consulta em um caixa eletrônico da Rede Bancária, como também uma atendente de um Supermercado.

Profissões relacionadas

Geralmente é subdividido em:
  • Usuário habilitado
  • Digitador
  • Operador
  • Administrador de Redes
  • Programador
  • Analista de sistemas
  • Programador-analista
  • Analista-programador
  • Tester
  • Webdesigner

sábado, 25 de maio de 2013

TCO NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO


O QUE É TCO ?
     O Custo total de Propriedade é um dos mecanismos da Gestão Estratégica de Custos que avalia os custos totais que um produto possui durante sua vida útil, tais como: Preço, assistência técnica, custo de falhas, custos administrativos e até mesmo os custos no momento de seu descarte.
     Segundo o consultor da área de suprimentos Claudio Mitsutami, o TCO é uma ferramenta dos processos de seleção e escolha, seja de um produto, serviço ou tecnologia. Ele avalia os elementos que geram custos para uma organização no ato de adquirir um novo produto, dentre os gastos mais usuais como preço como: quantidade mínima e condições de pagamento, também são considerados gastos mais implícitos como: custo de manutenção, custo da mudança, impacto na produtividade, etc...

Como Elaborar de um TCO ?
     A elaboração ou modelamento de um TCO pode se tornar muito complexo, pois envolve varias variáveis, ou seja, não existe uma “formula de bolo”.Vários são os elementos considerados para produção do custo total de propriedade. Outro aspecto importante é que, em geral, é uma analise comparativa entre diversas opções. Isto é, produz-se o TCO de diferentes alternativas para auxiliar na tomada de decisão.
     O TCO, portanto, é uma ferramenta muito útil e que mais e mais será utilizada pelas organizações atuais, pois traz uma visão econômica ampla, avaliando elementos de custo que normalmente não seriam considerados. Auxilia a tomada de decisão deforma mais compreensiva.

 TCO nas Organizações como Ferramenta de Gestão de Custos
     Para encarar a concorrência e a competição globalizada, na guerra comercial que se trava hoje, as empresas iniciaram uma jornada que parece não ter limites, ou mesmo fim, na busca da qualidade, da produtividade, da rapidez na concepção, criação e produção de um novo bem ou serviço. Tudo isso com a meta de chegar à frente de qualquer concorrente, usando para isso a tecnologia da informação, que se encontra hoje como principal instrumento para o desenvolvimento de estratégias competitivas nas organizações. O custo total de propriedade (TCO) está sendo utilizado pelos profissionais de TI, pois se caracteriza em uma metodologia de mensurar o nível de qualidade, os custos e os retornos das empresas, no que diz respeito à utilização de computadores.

Exemplo da Não Utilização do TCO
     Kirwin (1997, p. 100-106) cita em 1987, também segundo uma pesquisa do Gartner Group, em que uma empresa possuía uma media de 600 computadores, com o custo anual de US$2,3 milhões, após 7 anos a mesma pesquisa indicou que a média de computadores quadruplicou e os custos totais anuais foram para US$ 19,5milhões crescendo oito vezes mais. Um detalhe interessante é que o aumento deu-se mesmo com a bruta queda do preço de hardware e de software. Segundo o autor, o que contribuiu para o grande acréscimo nos custos foi o uso indevido dos microcomputadores por parte dos usuários. Exemplo, um gerente brincando com imagens, usuários acessando sites inadequados ao trabalho, ao invés de estarem utilizando o computador de modo eficaz dentro das empresas.

PLANO DE INFORMÁTICA
     O plano de informática tem como objetivo aumentar a participação de mercado da empresa, surpreender os clientes da empresa e atender aos modelos de negócios com o desenvolvimento de novas praticas em um ambiente seguro e confiável de informações. O plano deve conter um programa de treinamento continuo capaz de manter o pessoal de tecnologia atualizado com soluções recentes que, efetivamente, tragam benefícios para a empresa.
As empresas devem buscar soluções que levem a facilidade de compras aos clientes. Através da internet as empresas podem cativar os clientes e demonstrar sua capacidade de inovação. Para as pequenas e medias empresas o comercio eletrônico é o caminho para estabelecer a igualdade de competição com as grandes empresas.

Como reduzir o TCO das empresas?
       Aquisição de produtos (software e hardware)
       Treinamento de pessoal
       Segurança no ambiente de processamento de dados
       Elaboração de tecnologias que auxiliem a empresa (cliente/servidor, internet, intranet)
       Centralizar as licenças de software
       Centralização das operações, monitoração, manutenção e os servidores de banco de dados.

Qual a Função do TI?
       1 – Manipulação da informação para obtenção de dados com qualidade.
       2 – Auxilio no processos decisórios nas empresas ou organização.
       3 – Auxilio na mudança de procedimentos, processos e politica.

Por que o TCO ?
       1 – Adoção cada vez maior de sistemas em rede nas empresas.
       2 – Modelo Cliente/Servidor em substituição das funções dos mainframes.
       3 – Implantação de comunicação com grande quantidade de equipamentos nas empresas.

COMPLEMENTO:

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Segurança da Informação

Boa tarde turma.
  • Nos dias de hoje a segurança é extremamente importante, não só na rede de computadores mas em todos os seguimentos.

Rede de computadores

Uma rede de computadores é formada por um conjunto de módulos processadores capazes de trocar informações e compartilhar recursos, interligados por um sub-sistema de comunicação, ou seja, é quando há pelo menos 2 ou mais computadores e outros dispositivos interligados entre si de modo a poderem compartilhar recursos físicos e lógicos, estes podem ser do tipo: dadosimpressoras, mensagens (e-mails),entre outros

A Internet é um amplo sistema de comunicação que conecta muitas redes de computadores. Existem várias formas e recursos de vários equipamentos que podem ser interligados e compartilhados, mediante meios de acesso, protocolos e requisitos de segurança.
Os meios de comunicação podem ser: linhas telefónicas, cabo, satélite ou comunicação sem fios (wireless).
O objectivo das redes de computadores é permitir a troca de dados entre computadores e a partilha de recursos de hardware e software

MEMORIA RAM

Memória de acesso aleatório (do inglês Random Access Memory, frequentemente abreviado para RAM) é um tipo de memória que permite a leitura e a escrita, utilizada como memória primária em sistemas eletrônicos digitais.

A memória RAM é um componente essencial não apenas nos computadores pessoais, mas em qualquer tipo de computador, pois é onde basicamente ficam armazenados os programas básicos operacionais. Por mais que exista espaço de armazenamento disponível, na forma de um HDD ou memória flash, é sempre necessária uma certa quantidade de memória RAM e, naturalmente, quanto mais memória, melhor o desempenho, uma vez que os programas tendem a se desenvolver com o passar do tempo e da pesquisa científica.

O termo acesso aleatório identifica a capacidade de acesso a qualquer posição e em qualquer momento, por oposição ao acesso sequencial, imposto por alguns dispositivos de armazenamento, como fitas magnéticas. O nome não é verdadeiramente apropriado, já que outros tipos de memória (como a ROM) também permitem o acesso aleatório a seu conteúdo. O nome mais apropriado seria:Memória de Leitura e Escrita, que está expressa na programação computacional. Apesar do conceito de memória operacional de acesso aleatório ser bastante amplo, atualmente o termo é usado apenas para definir um dispositivo eletrônico que o implementa, uma vez que atualmente essa memória se encontra espalhada dentro do próprio sistema dos atuais computadores (sistema por assim dizer *nervoso" do computador, como o humano), basicamente um tipo específico de chip. Nesse caso, também fica implícito que é umamemória volátil, isto é, todo o seu conteúdo é perdido quando a alimentação da memória é desligada. A memória principal de umcomputador baseado na Arquitetura de Von-Neumann é constituída por RAM. É nesta memória que são carregados os programas em execução e os respectivos dados do utilizador. Uma vez que se trata de memória volátil, os seus dados são perdidos quando o computador é desligado. Para evitar perdas de dados, é necessário salvar a informação para suporte não volátil, como o disco rígido

terça-feira, 21 de maio de 2013

TECNOLOGIA 4G

Dúvidas sobre a Tecnologia 4G no Brasil

As quatro grandes operadoras brasileiras - Claro, Oi, Vivo e TIM -, já apresentaram seus planos e estratégias para o 4G no país. Mas algumas dúvidas ainda pairam sobre os usuários. Veja nas perguntas e respostas a seguir como funcionará o 4G por aqui.

1 - Qual o cronograma para o 4G no Brasil?

A primeira parte foi entregue no dia 30 de abril. Mas o cronograma segue até 2017. Confira as datas:

Dezembro/2013 - Chegará a vez das cidades-sede da Copa do Mundo receber o 4G: Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo.

Maio/2014 - Todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes.

Dezembro/2015 - Municípios com mais de 200 mil habitantes.

Dezembro/2016 - Municípios com mais de 100 mil habitantes.

Dezembro/2017 - Lugares com mais de 30 mil habitantes terão ao menos uma operadora com 4G.

2 - Quais as diferenças entre o 4G e o 3G?

A principal diferença está na velocidade do serviço. O 4G promete ser até 10 vezes mais veloz que o 3G. Enquanto o 3G tem média de velocidade de 2 Mbps (com picos de 14,4 Mbps), o 4G oferece em média  7 Mbps, podendo chegar a 20 Mbps.

3 - Qual a diferença entre 4G e LTE?

Long Term Evolution (LTE) é uma das tecnologias usadas na implantação de redes de quarta geração e é a que está sendo adotada no Brasil. Em alguns países, como México e Argentina, existem redes 4G baseadas em outras tecnologias, como WiMAX.

4 - Os celulares atuais são compatíveis com o 4G?

Não. Para utilizar a rede 4G é preciso ter um aparelho que venha com conectividade LTE. No entanto, no Brasil ainda são poucos os modelos com esta tecnologia, mas esta oferta deve aumentar conforme as operadoras forem ampliando a conexão no país.

Alguns exemplos de aparelhos são: Motorola Razr HD, Nokia Lumia 920 e Lumia 820, Galaxy S4, Galaxy S III 4G, Sony Xperia ZQ e o tablet Galaxy Note 10.1.

5 - E dispositivos 4G comprados no exterior?

Estes talvez não funcionem no Brasil. Isto porque, a rede 4G no país usará uma faixa de frequência que não é a mesma presente em outros lugares. Por aqui, o 4G funcionará na faixa de 2,5 GHz. Nos Estados Unidos, por exemplo, a faixa utilizada é de 1,7 GHz. Desta forma, é possível que aparelhos comprados no exterior não funcionem na rede 4G brasileira.

6 - E os produtos da Apple?

Atualmente, os modelos 4G da Apple, como iPhone e iPad, não são compatíveis com a frequência brasileira. Mas a empresa disse que pretende resolver esse problema em breve, assim que a rede 4G brasileira estiver mais consolidada.

7 - Aparelhos 4G irão acessar a rede 3G?

Sim, todos os aparelhos compatíveis com o 4G, também funcionam nas redes 3G e 2G (EDGE).

8 - Os serviços ofertados serão mesmo de quarta geração?

A definição oficial da União Internacional de Telecomunicações (ITU) diz que uma linha 4G deve oferecer acesso à internet a 100 Mbps em deslocamento rápido (em movimento) e a 1 Gbps quando imóvel. Mas os serviços chamados de 4G pelas operadoras trabalham em velocidades menores, por motivos operacionais. A ITU os considera como serviços de transição para futuras redes mais velozes.

9 - Os planos 4G serão mais caros?

Inicialmente, sim. Mas a tendência é que os pacotes fiquem mais em conta conforme a disponibilidade do 4G for ampliada no Brasil. Como em 2013 apenas as seis cidades-sede da Copa das Confederações irão receber a tecnologia, é provável que os preços fiquem mais competitivos apenas a partir de 2014.

10 - Existem projetos para redes 5G?

Há estudos sobre como poderá ser uma rede de comunicação móvel ainda mais avançada que a 4G. Mas o nome 5G é usado apenas informalmente. Não há nenhum padrão de telefonia oficialmente chamado de 5G. Desde que os primeiros celulares surgiram, em 1981, tem aparecido uma nova geração a cada década (2G em 1992, 3G em 2001 e 4G em 2011). Assim, a próxima geração só deve começar a se materializar depois de 2020.

Multitarefas

                                                                   MULTITAREFAS

O primeiro sistema informatizado a usar multitarefa foi o britânico LEO III, completado 1961. A multitarefa preemptiva foi implementada nas versões iniciais do Unix em 1969, e é o padrão no Unix e em sistemas operacionais similares, incluindo Linux, Solaris e BSD em suas variações.
Pode parecer, actualmente, difícil de imaginar um computador monotarefa, i.e., que apenas permita utilizar uma aplicação mas, de facto, houve um percurso histórico notável até se atingir o nível actual de paralelização de processos. Com efeito, os primeiros computadores apenas permitiam executar uma única tarefa de cada vez. O Apple DOS é um excelente exemplo disso, já que foi dos primeiros sistemas operativos para computadores pessoais.
O primeiro passo para a multitarefa no MS-DOS foi a criação dos TSR's (Terminate and Stay Resident), pequenos programas que permaneciam em memória enquanto se executava outro programa, e que podiam instalar rotinas de tratamento de interrupções para serem ativados posteriormente. Ou seja, estando o utilizador a escrever um texto num processador de texto, por exemplo, poderia apertar uma combinação de teclas que dispararia uma interrupção e chamaria a TSR de uma agenda pessoal para tirar notas. Assim, do ponto de vista do processador, o processo do processador de texto era bloqueado e passava-se o controle para a agenda. Quando o utilizador terminasse, voltava-se ao processador. Ambos programas coexistiam, mas não podiam ser executados simultâneamente.
O passo seguinte foi a emulação de multitarefa. Exemplos disto eram as primeiras versões de Windows, que este executava sobre DOS (monotarefa), mas o núcleo do Windows fazia a sua própria gestão dos processos. Curiosamente, se um processo bloqueasse o Windows, todas as aplicações teriam que ser terminadas pois eram todas dependentes.
Posteriormente, surgiu uma das principais componentes dos SO actuais: o escalonador de processos, ou (em inglês) scheduler, que faria a gestão, qualificação e o gerenciamento de prioridade dos processos sem afectar o núcleo do sistema operativo. Ou seja, todas as tarefas núcleo são críticas, e todo o tempo que sobrar é legado aos processos. Adivinha-se, portanto, a necessidade de estabilizar o núcleo, por forma a minimizar o tempo de execução de tarefas internas.
O escalonador de processos é uma componente muito polêmica em termos de inovação e de aplicações. Dependendo das situações, um escalonador de processos deve gerir os seus processos por forma a diminuir a latência entre aplicações interactivas, ou assegurar a coerência em termos de critérios no escalonamento: se uma tarefa não é crítica, então não devia estar a ser executada.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

[Tutorial] Como postar vídeos no blog.

Eu vi em algumas postagens que já tentaram postar vídeos, mas não conseguiram. Ocasionalmente, falei com o Aluízio e disse que ia mandar pra ele, mas como não recebeu, vou postar aqui mesmo!

Primeiro vamos começar escrevendo a postagem normalmente (isso vai depender de onde o vídeo vai ficar, claro.)
Se o vídeo for ficar no inicio da postagem, vamos fazer o seguinte:

- Clique na aba HTML.:

- Após isso, vá ao YouTube. (Ou site onde está o vídeo). Os vídeos que o pessoal upa por ai normalmente já são de YouTube, ou seja, pegaram uma coisa chamada "Embed Code" (traduzido como "código de incorporação), que é o que proporciona que o vídeo seja postado no Blogger. Como acha isso? Escolha o vídeo que quer postar e clique em "Compartilhar" e depois em "Incorporação" e copie o código que ele vai gerar.:


- Após isso, volte para a página do Blogger, escreva na aba HTML <div style="text-align: center;"> e cole o código do YouTube, também na aba HTML.:


- O resultado será esse:



- Depois de colocar o vídeo, aperte enter 2x e vá para a aba "Escrever". Clique em "Alinhamento" e marque a primeira opção.:


- Após isso, pode escrever seu texto normalmente.

Caso o seu vídeo vá ficar depois do texto, escreva-o e quando terminar, faça todos os procedimentos acima. Pronto! Seu vídeo estará online no blog para que todos possam assistir. Espero que entendam direitinho, senão, já estou voltando pra aula depois de vários problemas, lá vocês poderão tirar dúvidas que quiserem sobre o blog.

Mais tarde vou postar um tutorial sobre como fazer um post sem que ele saia feio no blog (às vezes a pessoa só copia e ocasionalmente fica com a formatação do site que a pessoa pegou, como isso acontece, as postagens invadem algumas coisas do site e ficam ilegíveis.

Até o próximo post.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Acesso remoto


O acesso remoto é um  recurso com o qual você pode se conectar ao seu computador via Internet, não importa onde você esteja. Para usar esse recurso, o computador deve estar ligado, e o acesso remoto deve ser instalado e habilitado. E se você tiver configurado o acesso remoto corretamente, será possível acessar e trabalhar no seu computador usando qualquer outro computador via Internet. Não é necessário ter um programa de acesso remoto instalado no computador a partir do qual você está acessando o seu computador. O acesso pode ser feito a partir de qualquer computador que possua uma conexão com a Internet, de preferência via banda larga e um browser.  

Além de permitir o uso remoto do seu computador, o acesso remoto também oferece outros úteis recursos, incluindo:
  • Transferência de arquivos: Permite copiar arquivos ou pastas do computador remoto para o seu próprio computador e vice-versa.
  • Compartilhamento de arquivos: Permite que você envie arquivos que, devido a características ou tamanhos específicos, poderiam ser difíceis de enviar por e-mail. O acesso remoto gera um link seguro que você pode enviar a outros usuários para que eles façam o download de arquivos diretamente do seu computador.
  • Convite para visitante: Útil para permitir que um colega acesse o seu computador remotamente, por exemplo, para ajudá-lo a resolver um problema. Ele poderá ver a sua área de trabalho, controlar o mouse e o teclado, transferir arquivos...
As comunicações entre ambos os computadores com acesso remoto são corretamente criptografadas e incluem uma assinatura digital para não serem interceptadas por terceiros.
Exemplos de programas para acesso remoto : VNC,Logmein,TeamViewer,etc...

Novo processador 8-core Intel Itanium 9500 dobra o desempenho sobre geração anterior

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A Intel anunciou sua nova família de processadores Itanium 9500, ideal para grandes servidores e que promete um desempenho mais de duas vezes maior do que a geração anterior, a Tukwila, em tarefas "críticas" de computação.


A grande inovação destes chips é a arquitetura Poulson, de 32 nm, que dobrou o número de núcleos, além de ter aumentado a velocidade de interconexão e permitir memória RAM de 2TB - para suportar operações muito, muito grandes. Com a ajuda de uma tecnologia de buffer resistente a falhas, a família 9500 é 2,4 vezes mais rápida do que a geração anterior. As velocidades de clock vão de 1,73 a 2,53 GHz.
Para os fabricantes de servidores que querem fazer um upgrade, o preço destes processadores vai de US$1.350 a US$ 4.650. A família Itanium 9500 mantém suporte a sistemas como Bull, Hitachi, HP, Inspur e NEC, geralmente aplicados na indústria. Para uso corporativo, marcas como Oracle, SAP, SASm Sybae e Temenos também serão compatíveis.
Futuras gerações do processador Intel Itanium irão adotar um novo "Modelo de Desenvolvimento Modular" que permite mais integração com processadores Xeon da família E7. A intenção ao implementar este novo modelo é permitir um desenvolvimento mais sustentável desta nova plataforma e dar mais flexibilidade aos parceiros da Intel.

memoria cache.


A memória cache é uma pequena quantidade de memória localizada perto do processador. Surgiu quando a memória RAM  não estava mais acompanhando o desenvolvimento do processador.
A memória RAM é  lenta, e faz o processador “esperar” os dados serem liberados. Para entender melhor esta situação, deve-se entender como o computador trabalha internamente. Quando o usuário clica para abrir um arquivo, o processador envia uma “requisição” para a memória RAM.
A memória RAM procura o dado que o usuário quer acessar no HD. Quando o arquivo é encontrado, é copiado para a memória RAM e enviado para o processador. O processador exibe o arquivo no monitor, mandando as informações para a placa de vídeo.
Quando o processador envia a informação para a memória RAM, e também quando a memória RAM manda esta informação novamente para o processador, há uma demora, devida a velocidade limitada da memória RAM.
A memória cache entra ai. Esta memória, embora seja bem menor em capacidade de armazenamento, é super rápida.
Ela guarda alguns dados mais importantes, e usados mais frequentemente, ou por determinados programas, quando são executados. Sem esta memória, o desempenho dos computadores atuais cairia em mais de 95%, devido a limitação de velocidade da memória RAM. Estes dados importantes, e se fosse necessária a memória RAM para passar estes dados repetidas vezes, o processador iria ficar muito tempo esperando os dados chegarem, e não usaria sua capacidade total.
Existem 3 tipos de Cache, conhecidos como L1 (primário) e L2 (secundário) e o L3, que atua como secundária também. Os três são embutidos no processador (antigamente somente o L1 era), já que a distancia física poderia interferir na transferência de dados. A cada novo processador, é desenvolvido um novo tipo de memória Cache para acompanhar a velocidade do processador.

Sistema de Informação em Saúde

Os Sistemas de Informação em Saúde, são sistemas que reúnem, guardam, processam e facultam a informação a uma organização de saúde, informação que deve ser útil e estar acessível àqueles que dela necessitam. Um sistema de informação é, pois, uma combinação de procedimentos, informação, pessoas, tecnologias e vários outros recursos. Note-se que um sistema de informação pode envolver, ou não, a utilização de tecnologia informática, por isso não se deve confundir sistema de informação com um sistema informático.
Os Sistemas de Informação em Saúde devem incluir todos os dados necessários aos profissionais de saúde e utilizadores dos sistemas, com o objectivo de desenvolverem e protegerem a saúde das populações. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o investimento nestes sistemas de informação possui vários benefícios, como ao nível do auxilio aos tomadores de decisão, no controlo e detecção de problemas de saúde endérmicos, na monitorização de progressos e metas pré-estabelecidos e na promoção da equidade e da qualidade dos serviços.
Os Sistemas de Informação em Saúde podem ser desenvolvidos para uso macro-econômico, utilizados em Ministérios, Secretarias de Estado ou Prefeituras / Câmaras Municipais (neste caso condensando informações de outros subsistemas ou redes locais), ou para uso micro-econômico (clínicas, hospitais, redes empresariais).

Como Funciona o HD (Disco Rígido)

O disco rígido, popularmente conhecido como HD (Hard Disk), é um dispositivo que é usado em computadores capaz de armazenar dados. No HD é armazenado qualquer tipo de informação, podendo ser um simples arquivo de uso pessoal, como também informações usadas pelo sistema operacional. 

As informações contidas no HD não são perdidas ao ser desligada a máquina, por ser considerado uma memória não-volátil. No HD está o registro de todos os arquivos possíveis que existam em um computador, como imagens, vídeos, planilhas, programas, etc. 

Acredita-se que o primeiro HD tenha surgido no ano de 1956, e tinha capacidade de armazenamento de 5 MB de dados. O IBM 305 RAMAC, como foi chamado este HD, possuía dimensões enormes: 14 X 8 polegadas. Outra característica importante desse HD é o seu preço, custava em média 30 mil dólares. Ao longo dos anos a estrutura desse tipo de equipamento mudou muito, atualmente existem vários modelos, porém, o tamanho acabou diminuindo muito. A capacidade de armazenamento também foi aperfeiçoada ao longo tempo. 

Mas afinal, como funciona um HD? 
Considerando que um HD possui o braço, eixo, disco (também chamado de prato), cabeça de leitura e gravação e ainda o atuador, o seu funcionamento se dá através da movimentação desses itens descritos.


Os pratos de um HD são onde os discos são armazenados, no geral, são de alumínio recoberto por um material magnético e por mais uma camada de material protetor. Assim, quanto mais for trabalhado o material magnético, maior será a sua capacidade de armazenamento do disco. 

Esses discos ficam posicionados sob o eixo, que é responsável por fazê-los girar. Nos HDs também possui um dispositivo chamado de cabeça, ou cabeçote, de leitura e gravação. O seu tamanho é bastante pequeno, nele contém uma bobina que usa impulsos magnéticos para que as moléculas possam se movimentar sobre o disco e assim gravar os dados. Nos modelos de HDs mais modernos, a cabeça de gravação conta com dois componentes, um responsável pela gravação e outro direcionado à leitura. 

O atuador presente na estrutura do HD é responsável por mover o braço acima da superfície dos pratos e com isso permitir que as cabeças façam o seu trabalho. Para que a movimentação sai de forma correta, o atuador conta em seu interior uma bobina que é "induzida" por imãs. 

A parte responsável por todo o armazenamento de dados são os discos magnéticos, na qual são formadas por duas partes, a primeira delas é chamada de substrato. Porém, o HD não armazena os dados em um disco metálico, na qual tem finalidade de proporcionar um instrumento gravável, deste modo estes discos são recobertos por camadas de substâncias magnéticas, dando origem ao nome de "discos magnéticos". 

Apesar dos discos magnéticos serem considerados extremamente frágeis, eles são bastante resistentes. Eles são montados em eixo que os faz sofrer rotação em alta velocidade. 

O responsável pela leitura e também gravação de dados sobre o disco magnético é chamado de "cabeça de leitura”. A cabeça de leitura posiciona um leitor (uma espécie de “agulha") sobre os discos magnéticos para ler ou gravar dados. Esses dados são lidos e gravados sem que a agulha encoste no disco. Isso só acontece porque o HD é hermeticamente fechado e em consequência à alta velocidade em que o disco é submetido, a cabeça de leitura acaba sendo jogada para cima.

O atuador é uma peça que movimenta a cabeça de leitura em torno do disco e ele funciona por atração/repulsão magnética. 

Quais cuidados devemos ter com os HDs? 

Veja algumas dicas para evitar que seu HD pare de funcionar: 

· Evite que seu HD sofra um impacto forte. Assim, é necessário manusear o seu computador com muito cuidado, evitando que ele bata com força em alguma superfície. Ao transportar o seu aparelho, deixe ele sempre protegido e em lugar fixo, de preferência em uma superfície acolchoada; 

· Nunca deixe o seu computador perto de imãs ou mesmo outros dispositivos magnéticos. O HD possui uma carcaça de proteção, para tanto, sempre existe o risco de o magnetismo acarretar em uma perda de dados, então, melhor evitar; 

· Tenha cuidado com a temperatura de seu HD. O calor é um grande inimigo deste dispositivo. Leia o manual do seu aparelho e descubra a temperatura máxima que ele suporta; Evite poeira. O HD não gosta de sujeira, então, deixe o seu computador sempre protegido do pó. Use capas protetoras quando não estiver manuseando a sua máquina.


Osias Furtado Barros Júnior


Robótica

Leonardo Da Vinci abriu caminho a uma maior aproximação ao complexo mundo dos robots. Da Vinci desenvolveu uma extensiva investigação no domínio da anatomia humana que permitiu o alargamento de conhecimentos para a criação de articulações mecânicas. Como resultado deste estudo desenvolvido,surgiram diversos exemplares de bonecos que moviam as mãos,os olhos e as pernas,e que conseguiam realizar ações simples como escrever ou tocar alguns instrumentos.

Virtualização de Servidores - Vantagens e Desvantagens

Vantagens e Desvantagens 

Existem diversas vantagens na virtualização, a seguir serão citadas as principais [5]:
  • Segurança: Usando máquinas virtuais, pode ser definido qual é o melhor ambiente para executar cada serviço, com diferentes requerimentos de segurança, ferramentas diferentes e o sistema operacional mais adequado para cada serviço. Além disso, cada máquina virtual é isolada das demais. Usando uma máquina virtual para cada serviço, a vulnerabilidade de um serviço não prejudica os demais.
  • Confiança e disponibilidade: A falha de um software não prejudica os demais serviços.
  • Custo: A redução de custos é possível de ser alcançada com a consolidação de pequenos servidores em outros mais poderosos. Essa redução pode variar de 29% a 64% [5].
  • Adaptação às diferentes cargas de trabalho: Variações na carga de trabalho podem ser tratadas facilmente. Ferramentas autônomas podem realocar recursos de uma máquina virtual para a outra.
  • Balanceamento de carga: Toda a máquina virtual está encapsulada no VMM. Sendo assim é fácil trocar a máquina virtual de plataforma, a fim de aumentar o seu desempenho.
  • Suporte a aplicações legadas: Quando uma empresa decide migrar para um novo Sistema Operacional, é possível manter o sistema operacional antigo sendo executado em uma máquina virtual, o que reduz os custos com a migração. Vale ainda lembrar que a virtualização pode ser útil para aplicações que são executadas em hardware legado, que está sujeito a falhas e tem altos custos de manutenção. Com a virtualização desse hardware, é possível executar essas aplicações em hardwares mais novos, com custo de manutenção mais baixo e maior confiabilidade.
Por outro lado, existem as desvantagens da virtualização, sendo as principais:
  • Segurança: Segundo Neil MacDonald, especialista de segurança da Gartner, hoje em dia, as máquinas virtuais são menos seguras que as máquinas físicas justamente por causa do VMM [2]. Este ponto é interessante, pois se o sistema operacional hospedeiro tiver alguma vulnerabilidade, todas as máquinas virtuais que estão hospedadas nessa máquina física estão vulneráveis, já que o VMM é uma camada desoftware, portanto, como qualquer software, está sujeito a vulnerabilidades.
  • Gerenciamento: Os ambientes virtuais necessitam ser instanciados, monitorados, configurados e salvos [2]. Existem produtos que fornecem essas soluções, mas esse é o campo no qual estão os maiores investimentos na área de virtualização, justamente por se tratar de um dos maiores contra-tempos na implementação da virtualização. Vale lembrar que o VMWare é a plataforma mais flexível e fácil de usar, mas ainda apresenta falhas que comprometem a segurança, assim como as demais plataformas [2].
  • Desempenho: Atualmente, não existem métodos consolidados para medir o desempenho de ambientes virtualizados. No entanto, a introdução de uma camada extra de software entre o sistema operacional e o hardware, o VMM ou hypervisor, gera um custo de processamento superior ao que se teria sem a virtualização. Outro ponto importante de ressaltar é que não se sabe exatamente quantas máquinas virtuais podem ser executadas por processador, sem que haja o prejuízo da qualidade de serviço.
fonte: http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/virtual/VantagenseDesvantagens.html